A tomada de decisões influenciáveis

Todas as pessoas, independente da classe social ou do grau de escolaridade, se deparam com determinadas opções onde devem, obrigatoriamente, fazer uma escolha. Escolhas que vão de acontecimentos corriqueiros como refeições a decisões mais complexas como economias financeiras. E é neste momento que os indivíduos podem se influenciar com os mais diversos sistemas de projeção de escolhas apresentados no nosso dia a dia.

Muitas vezes as pessoas podem não perceber, mas pequenas orientações, vindas tanto do setor privado quanto público, buscam ajudá-los em suas decisões. Desde a localização de alguns alimentos na prateleira de um mercado, a presença de determinados produtos na fila do caixa, ou até falas públicas do governo são exemplos de orientação, que buscam guiar tomadores de decisões no momento de escolha, com a ideia propósito de melhorar a vida das pessoas, sempre preservando sua liberdade. 

Em toda sociedade existe o sujeito que funciona como um arquiteto de escolhas, a pessoa que tem uma certa responsabilidade de criar os cenários no qual as pessoas tomam decisões. O movimento relacionado é chamado de paternalismo libertário, onde a utilização de “Um pequeno empurrão”, é muito importante no seu funcionamento. 

Em 2008, Richard H. Thaler e Cass R. Sunstein,  lançaram o livro “Nudge”, onde o conceito tomou forma e grandeza na economia comportamental. Segundo Thaler e Sunstein, uma política paternalista é aquela que tenta influenciar as escolhas por uma pessoa para melhorar sua vida, porém o termo libertário, os autores querem dizer algo que preserve sua liberdade, querem que os sujeitos façam suas escolhas sem sobrecarregar quem deseja apenas exercer sua liberdade.

A influência sobre grande maioria das pessoas mostrou algo indiscutível, uma parte operando de modo sistemático, abrem um grande espaço para serem influenciadas. Assim sendo, o ser humano aberto à orientação, o paternalismo libertário procura orientar um caminho melhor para o seu próprio bem estar.

Este texto foi escrito por Jefferson Brito e Lucas Melo, os dois fazem parte do time da Mastertech e basearam esse post em suas leituras dos livros a seguir:

A Sociedade dos Poetas Remotos é uma iniciativa interna da Mastertech para manter o time conectado em tempos de quarentena. Cada pessoa da nossa equipe recebeu de surpresa um livro em casa, escolhido pelos líderes. Após a leitura de cada um, todos foram separados em grupos e escreveram um texto conjunto que conecta as obras.

Todos os livros da Sociedade dos Poetas Remotos são parte importante da visão da Mastertech e os conteúdos deles são citados com frequência em nossos cursos abertos. Se você gostou desta iniciativa, é bem provável que também goste de nossas aulas. Visite o nosso site e veja as próximas datas!

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