A reflexão deveria ser uma constante para escolas e instituições de ensino.

 

É no pensamento, no questionamento e na busca por melhores perguntas que nos alimentamos.

 

A Black Friday e toda sua engrenagem, nesse aspecto, é uma mesa farta.

 

É difícil educar numa sociedade plenamente digital e estimulada por algoritmos e táticas de marketing digital.
Isso não é uma lamúria, mas uma constatação.

 

Educação é longo prazo, não dá barato, não libera endorfina, não gera like e não define a barriga.

 

Educação dá plasticidade neural, mas convenhamos, isso não é tão sexy ou não tem tanto mercado.

 

Mas, tudo bem, a gente poderia simplesmente caminhar no fluxo e dar um desconto generoso.

 

Do nosso lado, os relatórios diriam se aumentamos nossa base de leads, se a conversão foi melhor ou pior e todas essas métricas que apenas olham no espelho e ignoram o contexto.

 

Do seu lado, um gatilho psicológico poderoso inundaria suas conexões neurais com o prazer de ter comprado algo por um preço menor do que vale.

 

Tudo meio fugaz. Um tanto placebo.

 

Nós somos uma escola, veja bem, e dar desconto ou fazer promoção não vai mudar nem a nossa vida e nem a sua. Por isso, não daremos.

 

Há no mercado uma demanda enorme por pessoas que sejam capazes de ter domínio sobre conhecimentos básicos de lógica, de capacidade de resolver problemas, de estruturar um pensamento complexo, de fazer julgamentos analíticos.

 

Ao mesmo tempo, somos um país de 13 milhões de desempregados e outros tantos milhões de desalentados, aqueles que já perderam esperança em buscar emprego.
Falta, portanto, e em tese, educação nas duas pontas, mas falta educação em tudo, desde a base, passando pela família e chegando nas escolas.

 

Sim, falta educação até nas escolas.

 

Se é pra fazer Black Friday, pensamos, vamos fazer algo singelo, algo que sirva a essa massa de pessoas que não participam ativamente da economia e que estão sendo lembradas todos os dias de sua condição de impotência financeira.

 

Isso não vai mudar o jogo, sabemos, mas é uma forma de compartilhar conhecimento.

 

Separamos 70 coisas que podem ampliar seu repertório, mas há uma infinidade delas por aí.

 

Trata-se de uma curadoria de coisas gratuitas, leituras, filmes e passeios, que podem ampliar seu repertório, estimular novos conhecimentos e te colocar dentro do jogo, para que, uma vez dentro, a gente continue a provocar mudanças.

 

Pois, ela, a mudança é a única constante.

 

Boa Black Friday pra vocês.

 

https://cultura.mastertech.com.br/

 

Manifesto: Think Friday Mastertech
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