3 caminhos para mudar o mindset de design centrado no usuário

A mudança dói, e não dói pouco. Dá medo. Mas só com ela podemos crescer. Quando se trata de uma equipe ou empresa, mudar é ainda mais desgastante e arriscado. Transformar o mindset de uma organização exige energia, liderança e comunicação eficaz.

 

O mindset de design centrado no usuário permite alterar a forma antiga como produtos e serviços são criados, em torno de perspectivas menos amplas, para abraçar aquilo que os consumidores querem e precisam.

 

Quando projetamos para as pessoas, desenhamos com empatia. Mergulhamos em seus mundos, os envolvemos no desenvolvimento de soluções e, finalmente, buscamos resultados eficientes.

 

Qual a vantagem de adotar o design centrado no usuário?

 

Quando bem feito, o design centrado no ser humano leva as pessoas a projetos que refletem a realidade de suas necessidades e desejos, os leva a serem constantemente curiosos e os força a verificarem suas suposições.

 

Embora as abordagens mais eficazes para abordar a pobreza global sejam concebidas em parceria com as pessoas a quem se destinam, às vezes os profissionais precisam ser lembrados dessa realidade, por exemplo.

 

Como você pode aprender a incorporar o design centrado no ser humano em seu trabalho?

 

1. Certifique-se de estar disposto a adotar a mentalidade

 

Em vez de gastar milhões de dólares pilotando uma ideia desenvolvida em uma sala de reuniões, você pode gastar uma fração desse custo, começando com protótipos de papel, cola, marcadores e muita imaginação.

 

O design centrado no usuário ajuda a transformar dados qualitativos em insights profundos sobre seu público-alvo, que são usados ​​para projetar soluções. Um protótipo é trazido para a comunidade e o feedback leva a várias rodadas de iteração, quando a ideia é abandonada ou refinada em um piloto.

 

Esta é uma filosofia que às vezes contradiz o que aprendemos em contextos tradicionais de desenvolvimento, mas de outras formas a complementa. Os profissionais de desenvolvimento global interessados ​​nesse mindset devem considerar o valor que ele pode trazer para o trabalho que fazem.

 

Esse mindset de design nos permite atender às necessidades reais, e não as percebidas, dos usuários. É um mecanismo para tomada de decisões, priorização e construção de consenso. Desta forma, trabalha-se em conjunto com os usuários para entender suas necessidades e ajudá-los a construir sua propriedade para a solução.

 

2. Considere qual programa ou recurso é o certo para você

 

Tanto a educação formal quanto a informal podem ajudar os profissionais de desenvolvimento e design a entender o user centered design e obter acesso às ferramentas e técnicas de que precisam para realizá-lo.

 

Há muitos campos de treinamento, cursos de alguns dias e certificados administrados por universidades e empresas, como o nosso da Mastertech. Busque os programas que posicionam o designer como o facilitador, com as ideias dos participantes liderando o processo, em vez dos programas que posicionam o designer como o tomador de decisão, incorporando apenas o feedback das partes interessadas.

 

Traga esses cursos e palestras para dentro de sua empresa, mostre a todos a importância da mudança de mindset e da incorporação de novos métodos. Principalmente, apresente dados reais de como essa mudança irá trazer benefícios para a empresa. Sem co-criação, você acaba com muito desperdício de tempo, esforço e dinheiro.

 

3. Tenha sua própria experiência centrada no usuário

 

Uma boa forma de entender e se encantar pelo mindset de design centrado no usuário é ter sua própria experiência dentro do universo do seu usuário.

 

Uma forma de fazer isso e encorajando profissionais a encontrar uma pequena equipe de pessoas e usar os recursos aprendidos para resolver um problema da empresa ou comunidade local.

A melhor maneira de se abrir, conhecer e aprender design centrado no ser humano é fazê-lo. Quer tentar essa iniciativa na sua empresa? Vem desvendar preconceitos e aprender essa metodologia na prática com nosso curso de UX para não designers!

 

3 caminhos para mudar o mindset de design centrado no usuário
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