As pessoas costumam associar o termo design de experiência do usuário ao design visual ou ao design de uma interface digital, como um website ou um aplicativo para dispositivos móveis. Mas a verdade é que o design de experiência do usuário (UX) é maior do que isso e é usado em todos os setores, de software a negócios, a escolas e além.

 

O UX design bem-sucedido é o motivo das compras na Amazon serem viciantes, aplicativos de compartilhamento de carros como o Uber estarem prosperando e assistir a programas de TV de serviços como o Netflix ter se tornado a melhor maneira de passar um fim de semana em ambientes fechados. O engenhoso design de experiência torna tudo incrivelmente mais fácil. Até mesmo os espaços físicos são afetados pelo design UX: pense em layouts estratégicos de lojas de departamento com compras atraentes.

 

Entendendo o design de experiência

 

Entender o design de experiência pode fornecer uma visão mais profunda das necessidades, comportamentos e motivações do consumidor, manter suas habilidades relevantes em um mundo digital e aumentar seu valor no mercado de trabalho. Com uma compreensão fundamental dos princípios de UX, você pode se comunicar melhor com mais equipes em sua empresa, criar campanhas de marketing centradas no usuário e aprender a solucionar o problema certo no momento certo.

 

Os designers de UX vêm de uma ampla variedade de origens, como finanças, design industrial, psicologia e pesquisa médica. Os gritos de frustração que ouvimos em muitos projetos de UX geralmente têm a ver com o quão mal entendido é o papel do UX nos negócios.

 

 

Aqui estão 5 coisas que todos devem saber sobre o trabalho de design da experiência do usuário:

 

1. A pesquisa de UX é essencial

 

A primeira barreira para muitos projetos de UX é que as pessoas da empresa acham que já conhecem tudo sobre o cliente, de dentro para fora.

 

“Fizemos muitas pesquisas de mercado, diga-nos o que você precisa saber e contaremos para você”. Essa é a oferta de muitos gerentes de marketing ou gerentes de projetos. Na realidade, a pesquisa de mercado não é realmente o mais fundamental ao UX.

 

O essencial é conversar com os usuários para criar um perfil em relação ao uso do produto, e não como eles interagem com a empresa em geral. Pesquisas de mercado são sobre tendências gerais com clientes e o que eles provavelmente comprarão. A pesquisa de UX é sobre comportamentos individuais de usuários quando eles usam um produto. Essas são coisas diferentes e, sem falar com os usuários, não dá para saber como eles veem o produto e desenvolver ​​personas.

 

2. O trabalho de design de experiência tende a ser iterativo

 

Embora não pareça que o designer de UX tenha feito tanto desde a última vez que você abriu a porta da sala, na verdade, ele está com 5 versões mais avançadas em relação a um produto de que os clientes gostarão.

 

Para fazer ótimos produtos, muitas mudanças pequenas e detalhadas acontecem. Depois disso, são feitos os testes para comprovar a importância das mudanças. Isso continua até que finalmente um produto substancialmente melhor que o último surja. Leva tempo e não é interessante julgar com um rápido olhar de fora.

 

3. Não existe um único processo

 

O processo de design de experiência não pode ser tratado como tendo um tamanho único. Infelizmente, esse comportamento pode alienar alguns clientes e, em alguns casos, os clientes podem até exigir isso desde o início.

 

“Mostre-nos o seu processo e diremos como se encaixa no nosso produto”, eles podem reivindicar.

 

É preciso dar um passo atrás e explicar que cada processo deve ser um tanto único, já que cada produto é um tanto único, assim como cada base de usuários também é algo único. Os clientes não querem exatamente um processo padrão, como costumam pensar. Eles só precisam ver os resultados.

 

4. Sim, tem que testar

 

Se você deseja produtos que os usuários adoram, é preciso testá-los. Claro, uma equipe de especialistas desenvolvendo no campo ajuda, mas ela não é seus usuários. O trabalho de design de experiência é refinar ideias ao ponto de poder entregá-las aos seus usuários para dizer se estão certas ou não. Isso pode ser demorado, mas é a única garantia de que você está se movendo na direção certa também.

 

5. UX é mais do que usabilidade

 

Usabilidade é importante, mas a experiência do usuário é mais do que usabilidade. A usabilidade sozinha não é suficiente. Usabilidade é o requisito mínimo de um produto liberado. O UX inclui tudo o mais que faz a diferença entre aquilo que apenas funciona e o que é impressionante.

 

 

 

Descobrir soluções que de fato agreguem valor aos clientes é um grande desafio. Todo produto precisa passar por diversos estudos para chegar naquilo que o público quer e precisa. No imersivo de UX design você vai entender os conceitos, práticas e ferramentas que te ajudam a encontrar essa solução. Bora?

 

5 coisas que todo mundo deveria saber sobre design de experiência
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